quinta-feira, 30 de junho de 2011
Poema Rute no Campo
"No quarto pequeno,
onde o amor não pode nem gemer,
admiro minhas lágrimas no espelho,
sou humana,
quero carinho que à ovelha mais fraca se dispensa,
não parecem ser meus pensamentos,
alguns versos restam inaproveitáveis,
belos como relíquias de ouro velho quebrado,
esquecidas (...)"
onde o amor não pode nem gemer,
admiro minhas lágrimas no espelho,
sou humana,
quero carinho que à ovelha mais fraca se dispensa,
não parecem ser meus pensamentos,
alguns versos restam inaproveitáveis,
belos como relíquias de ouro velho quebrado,
esquecidas (...)"
Trecho do livro A Duração do Dia de Adelia Prado.
Lindo texto né.
Lindo texto né.
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